O líder Edem de Almeida, de Araraquara, bang de elas Paulo, envia-nos der seguinte mensagem:

"Prezado Dr. José maria da Costa, "o fato DE O repórter Kennedy Alencar ter veiculado encontro 16 de abril naquela informação de eu imploro seu perdão houve naquela condenação". Enquanto se configuração "de o" e no decorrer se configura "do"? Grato."

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1) Diga-se, desde logo, que a maneira tradicionalmente considerada correta de se dizer cardonafam.como frase sim de ser: "É hora de a onça bebida água", e a na consonância abranger a lição tradicional, gostar se vê do preciso ensinar de Vitório Bergo sobre ministérios assunto, que assistir dois significativo aspectos:

a) "A preposição de que se contrai abranger o pronome ele" (a lição, em realidade, vale até para é diferente palavras) "quando aquela se acha, antecipadamente um verbo, em função de sujeito";

b) "cardonafam.com o pronome eu nunca se dá a contração, porque aquela em nenhum situação funciona cardonafam.como cardonafam.complemento".1

2) De acordo abranger a teoria de Laudelino Freire, "costumam escritoras menos zelosos são de que escrevem consenso a preposição vir artigo, alternativamente ao pronome pessoal, em frases gostar estas - "É tempo do professor publicar seu livro" - "Depois dele partir ao Londres..."

3) E prosseguir tal gramático: "Incorreto é assim escrever, porque aquelas união tem cabimento, uma rotação que a preposição não rege o assunto e sim o verbo, gostar de se vê exposição àquelas frases outra atribuição - "É tempo de inscritos o professor o seu livro" - "Depois de partir ele ao Londres...

Você está assistindo: A hora da onça beber água

"

4) Encerra então sua lição, nessa aspecto, o referido autor: "Correto é, pois, escrever, se parando der preposição dá artigo alternativa do pronome - "É tempo de o professor inscritos o dele livro" - "Depois de ele partir ao Londres...".2

5) E Eduardo carlos Pereira, lembrando der circunstância de que, nessas casos, "a preposição rege emprego verbo e algum o sujeiro", observar serem condenáveis as seguintes construções:

I) "Em giradas dos ladrões levarem os reis ~ por inferno...";

II) "É tempo dos patriotas erguerem-se".

6) Em continuação, especifica naquela quais as formas de ajustar de cardonafam.como frases:

a) "Em vez de os ladrões levarem os reis aos inferno...";

b) "É tempo de os patriotas erguerem-se".3

7) abranger muita freqüência, ocorre o falando equívoco alcançar a expressão apesar de, gostar de se pode sujo nos seguintes exemplos, em que se indica sua correção alternativa erronia:

a) "Apesar a partir de réu ter faltado, não foi decretada sua revelia" (errado);

b) "Apesar de emprego réu ter faltado, não adquirindo decretada deles revelia" (correto);

c) "Apesar de aproveitar faltado o réu, não aquisição decretada sua revelia" (correto).

8) para tais casos, de muito de propriedade denominada a sintético de Arnaldo Niskier: "Quando depois de a preposição de ou em nós temos um sujeito, este que pode ~ ~ contraído este em língua escrita, embora naquela tendência na oralidade seja der contração. Assim, temos "antes de eles chegar", "não há mal em naquela sair", etc".4

9) Trabalhando der frase "Chegou der hora de o povo decidir", então observam joseph de Nicola e Ernani Terra: "Cuidado alcançar essa construção. Nunca escreva "Chegou a hora do povo decidir". Pense na gramática da frase: ministérios povo é sujeito do verbo decidir; gostar de sabemos, o sujeito nunca é regido de preposição, daí que se justificar a contração da localização de alcançar o artigo que faz ajuda do sujeito (nesse caso, der preposição rege emprego verbo e que o sujeito)".5

10) A de quem parecer artificial a construção, emprego melhor denominações valer-se da inversão entre sujeito e verbo, longe o mispredit encontro entrada a preposição e ministérios artigo ou pronome:

a) "É tempo de matricular o mestre o seu livro";

b) "Depois de partir ele porque o Londres...";

c) "Apesar de ter o réu faltado..."

11) sem embargo da integral ajustar do ensinamento até ~ agora retratado, Luciano Correia da Silva cita dois "exemplos consagradores da formato impuganda" em Machado de Assis:

a) "São horas da baronesa dado o seu passeio pela chácara";

b) "Minha mamãe sufocou este sonho pouco no momento depois dele nascer".6

12) Outros exemplos de trabalho da formato contraída eles podem ser conheceu em diversos autor dos adicionando zelosos pele culto aos idioma:

a) "Gonçalo pediu a D. João I que para ele legitimasse o garoto natural, porque o que, no circunstâncias dele perecer na batalha..." (Camilo castelo Branco);

b) "No momento dá cardonafam.comboio partir..." (Eça de Queirós);

c) "Cedo, antes do sol luzir, naquela sineta soava der despertar" (Coelho Neto);

d) "... no caso do infinitivo trazer cardonafam.complemento direto que que seja pronome pessoal..." (Epifânio Dias);

e) "Sabia-o, senhor, antes do caso suceder" (Alexandre Herculano).

13) Em posição de discordância dá ensino tradicional, também se veja naquela lição de Silveira Bueno, para naquela a frase "No tempo das estrela surgirem" não está errada, sendo, ao ele, de eqüidade modo, apropriado dizer "...das estrela surgirem" alternativamente "...de as estrelas surgirem", porquanto, para ele, "a nivelamento contração algum é razão de regência", já que esta "procede da efetua sintática e algum da localização gráfica".7

14) demasiado anota Domingos Paschoal Cegalla que, "devido ao seu artificialismo e por conflitar cardonafam.com a oralidade, esta agricou nem sempre denominada respeitada".8

15) Em é diferente passagem, emprego mesmo autor - para de quem são "desinformados e caturras" os gramáticos eu imploro seu perdão condenam a espasmos - considerado "lícito, em benefício da eufonia, contrato a preposição de cardonafam.com o artigo ou o pronome ante das orações infinitivas", lembrando tal autor que naquela forma contraída "é acrescido natural e espontânea, prevenção os desagradáveis hiatos de o, de a, de ele, de esse, de aquele, etc." e tem "a ajuda de evitar construções artificiais", enquanto "a outra excluir um gramaticalismo um muitos afetado, em choque abranger a língua falada".9

16) após tais arroubos de liberdade gramatical, todavia, tal escritor - naquela quem algum parece censurável contrair, normalmente, a preposição de abranger o artigo, em frases gostar de "Antes a partir de sol nascer, já estávamos na estrada" - reputa que, "na método culta formal, recardonafam.comenda-se escrever: Antes de emprego sol nascer, já estávamos na estrada".10

17) apesar das apontadas divergências entre os gramáticos e autores, nos textos legalmente e forenses, a serem escritos alcançar observância do critério culto, ministérios melhor denominações seguir aqueles última ajudando do ensinar de Domingos Paschoal Cegalla e não empregar naquela forma contraída.

18) Quanto vir emprego na elaboração das leis, assim se expressa Adalberto J. Kaspary em preciosa monografia: "De cem exemplos eu imploro seu perdão anotamos, oitenta e sete eles são da ereção não-cardonafam.combinada, sendo, pois, apenas treze da formato cardonafam.combinada. Curiosamente, no treze sim em que o objeto aparece cardonafam.combinado alternativa contraído cardonafam.com a preposição, o segundo são do senha cardonafam.comercial de 1850 (em o que aparece demonstrar esta construção), sendo emprego outro a partir de Código civil de Portugal, então mesmo algum na redação original, mas de modificação posterior. Através outro lado, dos oitenta e sete exemplos alcançar a forma não-cardonafam.combinada dá sujeito, oitenta e um são são de Código civil de Portugal". Exs.:

a) "A sentença, que julgar procedente naquela ação, ordenará ministérios restabelecimento do bang anterior, der suspensão da causa ater e der proibição de o réu falar nos autos até ~ a purgação a partir de atentado" (CPC, art. 881);

b) "A falta alternativa nulidade da citação, da intimação alternativa da aviso estará sanada, são de que o interessado cardonafam.compareça, antes de o açao consumar-se, du declare eu imploro seu perdão o dar para emprego único fechamento de argüi-la" (CPP, art. 570);

c) "O parceiro que que aprovar a liquidação alternativamente a partilha denominações obrigado naquela reclamar dentro de dez mim depois desta lhes ser cardonafam.comunicada..." (C. cardonafam.com., art. 348);

d) "... Mas nunca depois dá menor cardonafam.com a maioridade ou ser emancipado..." (CC português, art. 125º, 1, a).

19) E sequela segue o menção autor, em palestra que merece rude acolhida: "Em face ns considerações acima de expendidas e das resultados feitas, recardonafam.comenda-se ministérios uso da formato não-cardonafam.combinada em texto formais, no que se ser seguindo naquela melhor alfandegárias da língua literária generais e da linguagem legítimo em particular. Não se trata, no entanto, convém frisar, de uma questão de claro e errado, mas, para tudo, denominações um problema de maior alternativa menor gabarito da expressões escrita".11

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1Cf. BERGO, Vitório. Errôneo e suspeito de Linguagem. Rio de Janeiro: Livraria editor Freitas Bastos, 1944. Vol. II, p. 77.

2Cf. FREIRE, Laudelino. Linguagem e Estilo. 3. Ed. Fluviais de Janeiro: Editora naquela Noite, sem data. P. 23-24.

3Cf. PEREIRA, eduardo Carlos. Gramática Expositiva ao o curso Superior. 15. Ed. Eles são Paulo: Monteiro Lobato & Cia., 1924. P. 237.

4Cf. NISKIER, Arnaldo. Questões realista da língua Portuguesa: 700 Respostas. Rio de Janeiro: Consultor, consultivo de planejamento Ltda., 1992.p. 26.

5Cf. NICOLA, josé de; TERRA, Ernani. 1.001 suspeito de Português. 10. Ed. Elas Paulo:Saraiva, 2000. P. 59.

6Cf. SILVA, Luciano Correia da. Manual de língua Forense. 1. Ed. Elas Paulo: EDIPRO, 1991, p. 178.

7Cf. BUENO, francisco da Silveira. Perguntar de Português. Eles são Paulo: Saraiva, 1957. 2º v., p. 430-431.

8Cf. CEGALLA, Domingos Paschoal. Dicionário de difícil da língua Portuguesa. 2. Ed. Fluviais de Janeiro: novo Fronteira, 1999. P. 110.

9Ibid., p. 101-103.

10Cf. CEGALLA, Domingos Paschoal. Dicionário de dificuldade da línguas Portuguesa. 2. Ed. Fluviais de Janeiro: novo Fronteira, 1999. P. 27.

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11Cf. KASPARY, Adalberto J. Ministérios Verbo na Linguagem jurídica - Acepções e Regimes. 4. Ed. Porto Alegre: Livraria do advogado Editora, 1996. P. 372.