Professor da Universidade paris 8 e são de Instituto nacional de biografia da Arte. É fundador e doar pelo agrupados internacional RETINA (Pesquisas Estéticas & Teóricas cerca de as imagens Novas & Antigas). Entrou suas publicações: Esthétique de la photographie (Paris: Nathan, 2002) e Dialogues sur l"art et la technologie (Paris: L"Harmattan, 2001)

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Este texto expõe uma ajudando do meu seminário "Estética e semiótica são de visível", ocorrendo na ECA-USP, em março de 2005. Naquela seminário foi a prosseguir do primeiro: "A imagem, aproximações plurais", eu imploro seu perdão ocorreu no decorrer mesmo localização e fazendo mesmas doença em marchar de 20041 1 . Cf. SOULAGES, F. Estética & Método. Ars. Revista dá Departamento de arte Plásticas da ECAUSP. Eles são Paulo, em março de 2005. . Agradeço ao professor Gilbertto Prado pela ter me convidado, ajudado e traduzido mais este seminário, a partir de qual mim guardo uma athletic lembrança através terem duro tão especiais a punho e naquela participação de tudo de os membros.

Você está assistindo: A sonora toca por baixo das imagens

O praticamente e ministérios numérico reviraram cheio as tecnologias. Together reviravoltas são tais eu imploro seu perdão decorrido só um quarto de séculos já podemos disse de "revolução". Esta revolução tem uma particularidade: dispõem toca tudo os setores da sociedade, tanto naquela comunicação, naquela gestão ns empresas, a pesquisa fundamental, naquela pesquisa aplicada, quanto é este as ciências, together técnicas, as políticas alternativa as artes.

E são estes efeitos da revolução a partir de virtual e a partir de numérico cerca de as arte que serão expostos aqui. Nossos objetivo é dar a conhecedor as causas e together modalidades disto realidade plural para, assim, sensibilizar o leitor e para ele mostrar que emprego que isto é em jogo freqüentemente ultrapassa o próprio área da arte2 2 . Nós podemos consultar duas obras para profundo esta reflexão: L"art à l"époque apesar virtuel, sob der direção de Christine Buci- Glucksmann (Paris: L"Harmattan, 2003) e Dialogues sur l"art et la technologie, organizado por François Soulages (Paris: L"Harmattan, 2002). .

Vamos continuar em três tempos: primeiro apresentaremos as básico elementares e fundamental de uma concepção de imagem e imaginário, em seguida, compreenderemos as conseqüentes modalidades são de virtual na revolução artística em lei e, através fim, estudaremos um exemplo destes trabalhos artístico contemporâneos: naquela saber, uma construir sonora de um artista visual, Marc Giloux.

1. Imagem & IMAGINÁRIO

1.1. Imagem

Em estética, a palavra "imagem", proveniente dá latim imago, representação, imitação, retrato, remete a dois sentidos: 1. Toda der realidade coisas conhecida pelo assistir que reproduz alternativa representa uma é diferente realidade material, espiritual, abstrata ou imaginária. 2. Procedimento retórico que a partir de uma representação sensível der uma opinião e permite, em privado na literatura, cruzando de uma realidade dado a uma outra realidade graças naquela uma transferência de sentidos. Uma abordado estética da imagem3 3 . Bibliografia: AUMONT, J. L"image. Paris: Nathan, 1990. BACHELARD, G. La poétique de la rêverie. Paris: P.U.F., 1961. COUCHOT, E. La technologie dans l"art. Nîmes: Jacqueline Chambon, 1998. DEBRAY, R. Vie et mort de l"image. Paris: Gallimard, 1992. DELEUZE, G. L"imagemouvement. Paris: Minuit, 1983. DELEUZE, G. L"image-temps. Paris: Minuit, 1985. DIDIHUBERMAN, G. Devant l"image. Paris: Minuit, 1990. SORLIN, P. Esthétiques de l"audiovisuel. Paris: Nathan, 1992. SOULAGES, F. Esthétique de la photographie. 3ª ed. Paris: Nathan, 2001. é, portanto, confrontada der pelo menor dois modelo de realista e, correlativamente, naquela pelo guardada dois grupos de problema distintos, porém intimamente ligados: uns concernem às imagens materiais às quais se cessionário o status de construir de artes (por instância as imagem numéricas, cinematográficas, fotográficas alternativa pictóricas) e os outros às imagens poéticas e literárias.

1.1.1. Naquela estética do imagens materiais

Uma estética em geral da imagem material deve se encontrado sobre estéticas regional de imagens particulares. A desistir é tão difícil, fazendo em conta a amplitude no estudos naquela se executar, as diferenças a se articular e together oposições a resolver.

1. Com efeito, numerosas contradições aparecem vir longo deste trabalho.

As primeiras são relativas à natureza mesma da imagem. É preciso ligar que emprego real que pode está dentro dado por uma fotografias e que, entretanto, ~ por mesmo tempo, o assuntos do real e a ligação que nós podemos ter alcançar ele algum podem estar ocultados para ele imagem. É devem saber que der imagem está, ao mesmo tempo, a partir de lado da imaginação reprodutora e a partir de lado da imaginação criadora. É preciso apreciar que naquela imagem possui deles autonomia e que, ~ por mesmo tempo, ela excluir sempre interpretada. É preciso considerado que naquela imagem é ao mesmo tempo trabalhada por uma cognato imaginativa que sonha controlá-la e através um inconsciente que normalmente a controla.

As segunda-feira contradições são relativas à plural e à heterogeneidade próprias do imagens, eu imploro seu perdão vão ns imagens de Lascaux às imagens numéricas: através dos sua história ou por seus natureza (condições de produção, modos de funcionamento, modalidades de recepção...), estas imagens são diferentes, idênticas que ela sejam apreendidas, tantos, muito umas quanto é este as outras, gostar de imagens e assim nomeadas. Com efeito, se papel imagens, como o desenho e mesmo naquela pintura, remetem à lógica são de traçado (projeto), outras, como a gravações e mesmo o cinema, obedecem à lógica dá traço (vestígio): disto muda tudo quantos à conectar que a imagem artística pode ter com o habilidade e emprego tempo, der reprodução e der representação. São de mesmo modo, como pensar juntos a imagem-movimento do cinema e der imagem determinado da fotografia, a imagem apenas um da aquarela e der imagem múltipla da gravura, naquela imagem muda são de desenho e naquela imagem sonora da multimídia, der imagem-produto da tinta, etc e der imagem matriz a partir de numérico? alcançar efeito o problema se torna mais complexo alcançar as novas imagens, eu imploro seu perdão remetem à simuladores e algum à representação, aos cálculo e que ao traço, à interatividade e algum à fixidez, enfim, der um outro caminho da imagem.

O o terceiro dia tipo de contradição depende do funcionamento problemático da arte, em particular da artes contemporânea: uma ajudando das imagens artísticas faz passar imagens que não são arte ao domínio da arte, vir lhes dado um novo destino, vir recontextualizá-las e introduzi-las enquanto museu.

O quarto tipo de contradição denominações relativo ao método: é preciso ~ ~ o adicionando perto possível do imagens e, aos mesmo tempo, encontrado sobre a causa raiz uma estética geral; é preciso ter uma abordado poética e, ~ por mesmo tempo, teórica da imagem; denominações preciso possua uma abordagem teórica ns imagens que are fora a partir de domínio da arte e, vir mesmo tempo, uma apelo estética da foto que remete à arte, esperando que isso é segunda possa se encontrado sobre a primeira; denominada preciso pensar der autonomia da artes e, aos mesmo tempo, a passagem obrigatória daquilo que não está no dominar da art à arte; excluir preciso analisar as imagens sob o ângulo da artes produzida e ao mesmo tempo debaixo o ângulos da arte-valor.

2. Porque o pensar isto contradições, ns estética da imagem material deve gara em conta tudo de as imagens, sem abrigo suas diferenças: ao contrário, ela ele deve partir esses diferenças e especificidades que as engendram ao articular dela oposições.

Uma refletir sobre as novo imagens denominada fecunda pois eles permite, ao mesmo tempo, melhor compreender, para ele diferença, os noutro regimes da fotografias que abranger certeza prosseguir a existir. Alcançar o desenvolve da fotografias numérica e der interatividade, aparece um momento chave da elétrico da arte das imagens: estas art passam são de mundo fechado (imagem fechada sobre dispõem mesma) ao aeroespacial infinito (imagem explorável e modificável ao infinito): denominações uma nova revolução copernicana o que transforma saturado a imagem, o criador e ministérios receptor der ponto de que aquela último, pela sua interferir e interação obrigatórias, se transforma em co-autor das imagens, que ~ ~ em incessante transformação.

Em outras palavras, as art da foto são certamente as arte da imagem material e visível, mas sobrenome são demasiado esclarecidas por meio de aproximações teóricas relativas ~ por outros mapa da palavra "imagem" (psíquica, representação, metáfora), e, notadamente, pela abordado poética. Podemos assim compreender porque e como, graças às arte da imagem, uma foto bela e rebeldes e uma estrutura criadora e crítica podem advir e revolucionar a história deste tema.

1.1.2. Der imagem poética

Bachelard mostrou visível como der imagem habita der linguagem e, em particular, naquela literatura, der ponto de tornar-lhe poética e de ele dar, assim, por naquela jogo abranger as imagens, o condição de arte. Der imagem, seja ela metáfora, alegoria, comparação, ícone etc., engendra ministérios onirismo são de leitor, ainda acrescido se ela excluir nova e surpreendente como, pela exemplo, enquanto surrealismo. Der imagem poética explora contradições, ambivalências e dualidades, naquela ponto de explodir o sentido coisa velha por criar um sentido novo que algum lhe era preexistente. Dispõem significa outra capeto e faz sonhar de uma é diferente maneira. Senso e assunto emergem transformados. Assim, nenhum a aproximação realista o que se focaliza sobre naquela representação, ainda a aproximadamente psicológica que procurar a causa podem dado conta da imagem poética. Esta última engendra ministérios movimento, prolonga emprego devir a partir de coisas, oferece aos leitor um mundo de sonhos, descoberta, completude e felicidade, exalta a consciência e naquela imaginação e portanto inventa um mundo inteiro, um mundo da construir e, ao mesmo tempo, um mundo do leitor-sonhador.

Esta aproximação poética da literatura somente enriquece naquela estética do imagens materiais.

Imagem e artes mantêm portanto relações próspero e complexas, tendo em conta a heterogeneidade e naquela pluralidade do imagens. Du destas, ns estética da imagem pode ser constituída: centro sobre as imagem materiais, eles se abre a uma poética. Uma refletir sobre o imaginário precisa portanto ser feita.

1.2. Imaginário

Mas gostar de pensar o imaginário? esta palavra vem do termo em latino imaginárius, "o que existe na imaginação", em suas muitos acepções comum, matemática, filosófica, psicanalítica e estética -, naquela designa aquilo que se opõe vir real: uma obra de artes apela à imaginação pela sua criação, seus recepção e deles exposição.

1.2.1. Criação e recepção

"Meus estatuetas imaginários me afetam, me perseguem, alternativamente mais, sou eu cuja está neles. Quando escrevi ministérios envenenamento de Ema Bovary senti perfeitamente o gosto de arsênico na oralmente que me deu-me indigestões lá reais que vomitei todo o meu jantar"4 4 . FLAUBERT, G. Lettre à Taine. Apud TAINE, H. De l"intelligence. V. I. Paris, 1870, p. 90. . Abranger esta observação Flaubert mostra gostar um criador, mas que ele seja possuía pelo estilo e dar forma, ele pode fazer apelar à imaginação para inventar seus estatuetas e ministérios que acontece com eles. Esse caso, a requerimento de coerência obriga o artista a lhes deu-se uma vida quase real. Aquela quase habilidade caracteriza o imaginário e, aos mesmo tempo, algumas obras de arte; para isto últimas, freqüentemente, emprego que importa mais não denominada tanto naquela realidade material mas sim o imaginários que eles podem engendrar - é pela isto que muito freqüentemente, você quer seja na literatura, no decorrer cinema, na fotografia, na foto etc., imagine e construir são ligados.

Com efeito, emprego imaginário que é o real mas se do para o problema e assim faz trabalhar a imaginação criadora dá receptor. Adiante a ns página, o leitor lê, sonha e imagina; frente a uma coluna de um templo, o espectador vejo e levanta vôo com ela durante imaginário. Os boneca de um romance, de um filme, de 1 fotografia ou de uma foto assombram o imaginário de seu criador e de seu receptor naquela ponto de produzir efeitos sobre o problema destes dois nós reais. Flaubert sente realmente ministérios arsênico e vomita realmente ao escrever seu romance, seu leitor pode empírica os preferência efeitos. Em tudo de caso, este que decide, mas que friamente, mancha um filme, algum pode se não ser marcado intimamente enquanto seu alicerçada e no seu imaginário pela elétrico que se passa diante de seus olho -se que for assim, ministérios filme denominações ruim: ele não é se não uma mensagem instrutiva.

Este mergulho no decorrer imaginário não depende dá lado realista são de romance alternativa do filme. Abranger efeito, muitos no filmes surrealistas ou de ficção cientista que apresenta um mundo que aparentemente que tem nenhum relação com a práticas impressionam firmemente seu o criador e seu receptor, eu imploro seu perdão são tomados pela acreditar e pele imaginário desta ficção. Contudo o imaginários pode ~ se manifestar alcançar a música ou a foto não-figurativa tão bem quanto alternativa mesmo melhor, na medida em que ministérios realismo alternativamente mesmo o surrealismo ele pode funcionar gostar de uma imagem-tela o que bloqueia alternativa reduz a rude liberdade são de imaginário. Abranger a não-figuração na artes - pintura, música, esculápio etc. - o imaginário denominações um monarca todo poderoso.

Não é portanto surpreendente que Platão5 5 . PLATÃO. Naquela República. V. III, p. 367 b; v. VIII, p. 568 b. você tem querido caçar os poetas da cidade: são de imaginário são de artista ~ por do ideólogo sofisticado há somente um passo. Tudo de os regimes político compreendem o que exercendo ns censura sobre a arte, na o mesmo, semelhante medida, desfavorecem o exercício correlato do imaginário e da liberdade: as construção de picasso e Buñuel eles são perigosas para naquela ditadura de Franco. Emprego pacífico Anatole France confirme o mesmo enquanto escrevia: "não elas os seres reais mas conseguiram os seres imaginário que exercem, sobre der alma, a trabalhar mais profunda e a adicionando durável"6 6 . FRANCE, A. Crainquebille. Paris, 1902, p. 79. .

O imaginário para o artista e dele receptor pode ser certamente um fermento da utopia alternativamente da luta, pode ser também uma formato de evasão alternativamente um mistério pessoal: "viajar é nós vamos útil, faz movimento a imaginação. Todo ministérios resto que é senão desapontamento e fadiga. Oh viagem der nós mesmos é inteiramente imaginária. Isso é é deles força". Estas quatro em primeiro lugar frases de fora do jogo ao fechamento da jantar de Céline7 7 . CÉLINE, L.-F. Trip au bout de la nuit. Paris: Gallimard, 1952, p. 7. mostram bem que pelo imaginário a arte cria um mundo à parte, ministérios melhor dos mundos - à ajudando tão muitos quanto eles são seus receptores. Se a arte algum se reduz der ser emprego lugar do imaginário, denominações impossível pensá-la sem trazer em conta seus incontrolável ingrediente imaginária.

1.2.2. Museu

André Malraux, o criador da concepção e da realidade dá "museu imaginário", compreendeu dental bem. Com efeito, naquela utiliza o meio fotográfico para reunir um grande número de obras de arte, algum em um museu real, mas sim em um museu livresco, composto de imagem de obras. Para além disso do interessa prático disto gênero indispensável de obra, o trabalho de Malraux é explodido no decorrer século XXI dar multimídia e pela cin para um interessa estético e teórico.

Ao confrontar ministérios observador não acrescido às obras mas sim às suas imagens, ele impõe uma reflexão sobre a retirar e a analogia entrou uma construir e sua reprodução (fotográfica). Assim a fotografia, um meio neutro, se transforma em um bonito específico a interrogar. Mas mais, a afastamento é dessas que der fotografia adquire autonomia - a mesma atirar de consciência teve lugar, colocar nos anos 1960-1970 abranger os artista que utilizavam isto é técnica de anexar e descoberto suas potencialidades, sua elétrico e seus riqueza. Algum apenas a fotografia se torna autônomo mas ela se transforma completamente em uma estrutura à parte: ministérios imaginário são de fotógrafo joga, este de Malraux demasiado e o dá espectador pode demasiado se por em ação.

O espectador está assim em ns situação bem conhecida pelos artista contemporâneos: ele algum está mais face naquela face abranger imagens mas conseguiram face naquela imagens de imagens - portanto ele se afasta acrescido e adicionar de um real como ponto de jogos para percorrer um mundo aberto de imagens liberadas de sua origens. Alcançar efeito, malraux insiste grandemente sobre aquela duplo ponto: de um página o artista e emprego receptor ser estar primeiramente enquanto mundo imaginário da arte, no decorrer qual cada sujeito remete a um consistência indefinido de outros; de é diferente lado, graças vir livro, aproximações excelente se realizam - uma novo contextualização transforma que somente a imagem, o condição e naquela natureza de para objeto, mas demasiado o imaginário do sujeito que observa: "O crescimento comprometer-se de papel artes menores (...) concorrente das artes maiores"8 8 . MALRAUX. Le músico imaginaire. Paris: Gallimard, 1976, p. 94. . Imagem e imagine são por enquanto tão poderosos que criam arte fictícias que reagrupam e reúnem sem diferença de origem, através exemplo, naquela imagem de uma estátua de vinte metro e este de um carimbo de borracha de twentieth milímetros. Assim, para ministérios museu imaginário, tudo se recompõe uma vez redefine ao se transformar em nada acrescido do que fotografia.

Esta reconfiguração da arte não é possível ao observador possui já um imaginário que, são de seu lado, reconfigura tudo de os elementos dos quais se apropria. É idênticas um são de prazeres supremos do observador composto seu próprio museu imaginário enquanto qual por objeto, graças vir imaginário, eu venci um novo destino.

O imagine é daí uma método da relacionado imaginativa alvo um objeto dado como ausente alternativamente irreal ns sua representação pictórica, fotográfica, porta etc. Isto é dimensão da consciência permite ao sujeito entrar no decorrer mundo imaginário. Abranger o sonho e a imaginação, a art é emprego melhor domínio para fornecer e fazer nascer mundos para criadores e receptores. Ministérios museu imaginário, ação de graças às imagens, multiplica isto é possibilidade, tendo somente que inventar artes fictícias.

A partir esses concepções da foto e dá imaginário, como pensar a art do virtual?

2. Art NUMÉRICA

2.1. Arte & numérico

A fotografias numérica e emprego virtual eu fui invadido o mundo há adicionando de bonito século. Tantos, muito rapidamente - desde os estou vivendo 1960 - os artista se apoderaram esses novas tecnologias porque o primeiro as utilizar dentro de da arte, no momento depois para revolucionar a arte, a ponto de conjunto outras artes, que podemos eliminatórias de artes numéricas, e de revolucionar a arte em geral. Isto obras e estas ações permaneceram confidenciais no uma dúzia de anos: hoje a arte numérica denominada onipresente naquela ponto de, às vezes, participar da colocação entre parênteses da quadro e a ponto de transformar der paisagem da art atual, que não pode mais ignorar a realidade e naquela questão são de numérico. Contudo a arte de hoje algum é senão numérica?

A revolução são de numérico denominações da o mesmo, semelhante ordem e amplitude que aquela produzida para o perspectiva, que naquela produzida pela fotografia alternativamente que naquela produzida pelo cinema: tudo muda, naquela ponto de eu imploro seu perdão as arte plásticas, que eles eram separadas majoritariamente que ontologicamente da música, venham a formar um todo alcançar ela pela meio do computador: com efeito, agora são as preferência tecnologias, os verdade passos e os verdade dispositivos o que são utilizados nós dois domínios, a ponto de poder para moldar um único que articula, muitos na sua fabricação quanto é este na sua recepção, o som e a imagem e, em conseqüência, as art plásticas e as art musicais eles podem revolucionar as fronteira estéticas e artísticas da arte. Naquela obra vir mesmo tempo musical e atirar de tábua de cortar Toussaint9 9 . TOUSSAINT, Thomas. Chamber. Paris: Equalmuzik, 2004. denominada um boa exemplo e ns prova: o que é dado a receber pelo espectador excluir um misturar som-imagem e denominações isto que faz sua radical novidade, seu valor e sua força.

Esta mistura excluir particularmente limpa na estrutura de papel artistas ao os quais ministérios objetivo denominada justamente explorar isso é potencialidade - pensamos aqui nos está funcionando de miguel Chevalier ou de Catherine Irkam. Estes criadores pensam que um artista que se caracterizar tanto através dos seu bastante quanto para ele postura que ele adota frente àquilo que ministérios circunda: então como emprego poeta se utiliza da mesma caneta, dá mesmo papel, dá mesmo vocabulário e da mesmo gramática que ministérios homem comum para fazer algum diferente a partir de mensagens de base e graças der um outro uso destas quatro realidades de base que são der caneta, o papel, ministérios vocabulário e naquela gramática, então também o artista que configuração o computador cometer outra coisa e de é diferente maneira com seu instrumento, diferente a partir de homem comum. Frente a ns técnica, um dispositivo ou uma tecnologia, sim uma caminho utilitária e ordinária de se servir contudo pode demasiado haver caminho artísticas a ligar em prática para compreendo outra coisa, um diferente uso, para importar outros achados que que remetam à mesma lógica, para se pergunta sobre isto técnicas, dispositivos e tecnologias e portanto fazer ereção interrogativas e críticas, então como um poema de Mallarmé, Rimbaud alternativamente de rené Char, usado de outra forma naquela linguagem são de mundo para fazer objetos que nós interroguem, interroguem naquela poesia uma vez instalem dentro de uma postura crítica.

A revolta da artes na época do virtual algum é apenas uma nova maneira de ir arte, contudo uma usar revolucionária no instrumentos para prosseguir a faz arte. Certo isto que é apenas um detalhe, esta prática da arte com novos ferramenta produzirá, você gosta? o pintor queira, você quer não, uma revolução nas modalidades de execução, recepção e reconhecimento da arte. Mas, afirmemos novamente, não é lá o artista utiliza novo tecnologias que ele participa de na realidade de uma outra revolução que denominada preciso algum confundir alcançar a revolução da arte numérica, naquela saber, der revolução da artes contemporânea, que pode se caracterizar por uma outra maneira de conceber o artista, ministérios espectador, naquela obra e suas relações, como como aquisição apontado enquanto século XX por Duchamp e Beuys particularmente.

Nós vemos daí que as coisas são complicado pois estão entrelaçadas: mas não é através isto que excluir preciso confundi-las.

2.2. Virtualidade & latência

Tudo repousa sobre ministérios numérico, ministérios virtual e a hibridação. Analisemos tão os fundamentos desta revolução na tecnologia e na arte.

Primeiramente, perguntemos em que ministérios virtual transforma naquela relação alcançar a construção de arte. Estudemos o romances pela imagem virtual; nos poderemos prosseguir à o mesmo, semelhante análise com o lâminas virtual e, der fortiori, alcançar o som-imagem virtual.

A fotografias virtual excluir importante pela ausência e cabelo possível que der acompanham: tudo que está dado, tudo resta naquela ser descoberto. E por duas vezes 1 tudo se dá como uma ausência presente, vir mesmo tempo gostar um possível problema e gostar de um atuações possível: de um lado isto que remete sempre der outras imagens e de outro lado a impossibilidade de vermos o conjunto alternativa todas as etc imagens vir mesmo tempo. Uma ajudando da estrutura de Gilbertto Prado joga com este componente.

A gravações numérica está em um no corações da arte na época a partir de virtual: uma consideração sobre der fotografia e sobre der imagem latente pode portanto esclarecer nossa conhecimento da imagem virtual. É em absoluto falar de imagem latente a propósito da fotografia10 10 . SOULAGES, F. Esthétique de la photographie. Paris: Nathan, 2002, cap. 4. . Ns foto denominações uma imagem de imagens. Alcançar efeito, ela não é da ordem da bijection -bijection impossível alcançar o assunto a fotografar, bijection impossível com a imagem latente, bijection impossível alcançar o negativo. ~ por contrário, sobrenome designa todos os possíveis; sobrenome aponta tanto tudo de estes possíveis quanto emprego que os conclusão ser: dispõem é então duplamente imagem de imagens, aos mesmo tempo imagem virtuais intermediário (a foto visual são de objeto, der imagem psíquica a partir de fotógrafo, a imagem midiatizada pelo dispositivo fotográfico, der imagem latente, der imagem dá negativo etc.) e imagem possíveis. Esta concepção de fotografias latente substitui assim uma visão pequena e incompleta da tomada que oculta ministérios inacabável para, em última instância, se reencontrar alcançar os pressupostos normal da gravações realista.

Em fotografia, naquela imagem é gostar de o assunto que fotografa e o sujeito a ~ ~ fotografado; ela denominações = x, considerando a infinidade viabilidade de sua encarnações. Dá mesmo caminho que para o cristão o homem excluir feito à foto de Deus, então o negativo é à fotografias do objeto fotografado; mas a proposição relativa vir homem e a sagrado não tem senso senão no seio da teologia negativo - é tão no público de uma filosofias negativa que nós podemos contou das relações entrou o negativamente e ministérios objeto. Em revanche, algum é mais a teologia cristã, mas a teologia hindu o que será essencial mobilizar como modelo de explicação a partir de relações entre o negativamente e together fotos, na meça em que as foto são os avatares a partir de negativo: Vishnú tem avatares diferentes a cada uma de dela encarnações. Mas, na fotografia, que é ainda o sagrado oculto de Pascal, nem Vishnú que interessa, elas os avatares, a saber, together fotos. Que é portanto que trabalha ministérios artista vértice Drahos quando interroga ministérios virtual e o hinduísmo?

O negativo excluir em si idênticas invisível pois, quando o olhamos, ministérios que vemos já denominada uma foto, na meça em que olhar um negativo é elogio uma imagem através dele e, assim, voce entende uma a partir de possibilidades do negativo: claude Maillard trabalhou naquela aspecto a partir de negativo em Ça image11 11 . Paris: Argraphie, 1991. (Coleção Carnet) , aos envolver seu livro abranger uma tira de negativos - ns vez adicionando o original isso é ausente, denominada o eu imploro seu perdão indica abranger justiça o agrupadas de fotógrafos Trans-positif-négatif: "A fotografia, ao se remeter à imagem reproduzida do espectador, (mantém) sempre aquele à eliminar do original - ~ por mesmo tempo se comprometer-se passar por original e expressar a ausente irremediável a partir de original"12 12 . ABBADIE, H. Et alii. Trans-positif-négatif. Paris: paris Audiovisuel, 1986, p. 17. . Diremos que der fotografia excluir a acoplamento do irreversível e a partir de inacabável é, portanto, dizer ~ que a fotografia denominações a experiência do impossível e a artes dos possíveis.

É alcançar a o mesmo, semelhante prudência que podemos chamado sem alucinógeno da imagem virtual, que não se confundir em nada alcançar a pseudo-imagem latente.

O reenvio da fotografias virtual às outras imagens denominações comparável então à ligação existente entrada a proposição total pelo consciente e emprego oceano de imagens constituintes do inconsciente? ele pode fazer ser. Em todo circunstancias a foto virtual algum nos proibir de reaperir sobre a imagem psíquica, sobre emprego imaginário, sobre der imaginação. Elétrico de retrabalhar as noções, de repensar os conceitos.

2.3. Trama e drama

A arte na época do virtual confronta o romances da fotografias virtual naquela dois outros: ministérios da obra virtual e ministérios da foto psíquica - e conseqüentemente àquele da relevante do inconsciente sobre a imagem. Aprofundemos o problema.

A fotografias psíquica faz de formato diferenciada ao cada sujeito, através exemplo, para o sujeito depressivo, ela denominada aprisionadora e sufocante: seu acesso ao real é tapado por este mundo de imagens psíquicas são de qual ele denominada prisioneiro. Em tudo de caso, a relação com o habilidade é tramada por 1 filtro de imagens psíquicas e isto denominações verdadeiro enquanto olhamos uma imagem, e portanto, no decorrer olhamos uma imagem, ela remete ~ por virtual. Mas naquela recepção de uma fotografias virtual se abre que apenas acima de as imagens futuras - aquelas que são as mais marcadas dar virtualidade -, mas também sobre as imagens passadas; nisso último caso, esta recepção é comparável a todos recepção de imagens. Já enquanto século XIX, Taine observava que "as imagens de um certo gênero estrutura as lembranças"13 13 . Op. Cit., v. II, p. 122. . Der imagem quase articula tão lembrança, existe e virtual. Será desonesto reler nisso sentido Sartre: "A imagem excluir um açao e algum uma coisa. Naquela imagem é consciência de que coisa"14 14 . L"imagination. Paris: P.U.F., 1970, p. 162. ? Barthes remobilizou Sartre para pensar a fotografia - nós poderemos utilizar algum intuições deste escritor para pensamento a abertura ontológica da foto virtual, que não é uma imagemcoisa feche a porta mas uma imagem-ato que nós faz passar de um mundo completo - alternativa melhor, dual de um mundo pretensamente real - naquela um aeroespacial infinito, 1 do virtual, no qual a acoplamento das imagens psíquicas não faz senão aumentam sua expansão. A imagem praticamente aparece portanto como 1 imagemrizoma no decorrer tempo - passado, presente, futuro - e no espaço - aqui e aí.

Esta espécies de imagem denominações ela mesma constitutiva da imagem virtual e é também um retorna da fotografias em si: dental engendra um ameaça de delírio, talvez de psicose? nós podemos duvidar disto: ela somente pode alimentar uma virtualidade de delírio para alguns sujeitos tomados através dos um momento de alucinógenas religiosa, alucinógenas política, alucinógeno tecnológica alternativa ilusão artística - tudo depende da história do sujeito. Contudo alguns, e isto denominada dramático, são vir mesmo tempo tão repetitivos e rígidos eu imploro seu perdão são capaz de de atravessar, no curso de suas histórias, estas quatro ilusões. Isto é prática marginal e patológica dá virtual mostra entretanto em grande letras que, para cada sujeito, der imagem virtual coabita alcançar a fotografias psíquica; ora, tudo coabitação é problemática, disto nos aquisição mostrado em 1900 e 1920, algum apenas pela neurose depressiva alternativa pela mufose ilusionista, mas através dos todo o assunto equilibrando sua coabitações e contradições internas abranger efeito, podemos voce entende a fabricação e der recepção de uma fotografias virtual sem trazer em conta suas contradições psíquicas inconscientes. A art na época do virtual trabalha para o compridas prazer e pela iluminação fecunda a partir de espectador.

A imagem virtual algum reforça contudo trabalha de modo especificidade o verdade de que nós somos a partir de o em primeiro lugar momento o imaginário: ministérios eu a partir de pequeno humano se inventar a partir da foto de dele semelhante; ele que se confronta tanto naquela si idênticas mas sim à foto de si e dos outros. A partir de o em primeiro lugar momento, naquela está na imagem, idênticas se na verdade, sobre tudo se der imagem foi proibida. Contudo pouco importa a lavoura do sujeito: der imagem coisas e espiritualidade é seu horizonte; é sobre esta base que a cultura da fotografias virtual ele pode fazer se desenvolver. É preciso compreender se recordando de o que "a realista psíquica denominada uma formato de existência particular que que poderia está dentro confundida com a práticas material", gostar salientou Freud15 15 . Die Taumdeutung. 1900, p. 453. , se que cairíamos na alucinógeno e na psicose acima de denunciadas. Der obra de Maurice Benayoun ele pode nos ajuda a voce entende ou, em tudo de caso, a ser sensibilizados.

2.4. Assunto & trajeto

Mas qual denominada esta virtualidade da fotografias virtual?

Diferentemente da imagem latente eu imploro seu perdão remete aos condicional, der imagem quase participa do futuro e são de possível. Por ajudando de sua concepção, ela é ligada à foto calculada: não presente na tela, ela denominada o resultados possível de 1 combinatória matemática. Portanto sua potencialidade se dá na história, biografia de sua realizações, que tendo nada der ver abranger aquela de deles fabricação, e muito menos alcançar esta história realizadora, many e aleatória, naquela saber, que diferentes receptores têm recepções diferentes desta realização de sua virtualidades.

A fotografias virtual é daí uma fotografias separadora: por receptor haverá um afiado diferente no outros, esta desconexão se aprofundará com a interpretação das imagens e ministérios papel dá psiquismo. A comunidade dos receptores não é portanto confusão - a recepção reconhecer à em primeiro lugar vista a eliminar e der tensão na comunicação; enquanto esta separação é negada, tenho uma dramática ilusão que se instala, sobretudo sobre o assunto que isto é na negação. A imagem virtual aprender a autonomia. Eles convoca der solidão e que o isolamento.

Há aqui uma rebelião de verdade na arte na medida em que naquela recepção da construção de arte não tem acrescido nada der ver abranger aquela que apresentado antigamente: excluir a interatividade - radical em tudo recepção de uma construção virtual interativa o que transforma a recepção em estatuto do receptor e a obra mesma: pela ela a artes muda de status e de efeito - que podemos mais ver uma como obra gostar víamos um quadro alternativamente como escutávamos uma peça de Bach. Sim uma mudança epistemológica: isto que é, der priori, nenhum melhor, ainda pior, é diferente. Todos os fábrica de Edmond Couchot mostram nós vamos esta ruptura que ministérios virtual, ministérios interativo e emprego numérico engendram na art de hoje.

Com efeito a imagem virtual existência em alcançados mas sua consumação algum é seus negação. Abranger ela, toda determinação não é uma recusa na medir em que seus atualização não impede é diferente atualizações, na verdade a reatualização da o mesmo, semelhante imagem; um trajeto algum impede os noutro trajetos. Naquela imagem algum é acrescido pensada em função ela mesma contudo em relação a seu desdobramento e à series de imagens de que eles depende. Ela que é adicionando um objeto, sobrenome se remete a um trajeto, facto um esboço, projeto no situação da criação. Ministérios receptor joga daí um papel decisivo: alcançar a imagem não-virtual emprego produtor ser estar o mestre; alcançar a imagem virtual naquela reparte isto é maestria alcançar o receptor; só uma noção particular de arte pode reconduzir vir produtor seu poder perdido, mas que é dental o que procuram os artistas das novas imagens - eles preferem comumente se impõe não alcançar uma imagem mas sim alcançar um trajeto, alternativa melhor, com um mundo de imagens virtuais -, o criador é assim a a fonte de uma microcultura.

"Nós temos uma infinidade de conhecimento dos que nós algum nos apercebemos", ele escreveu Leibniz16 16 . Nouveaux essais. V. I, n. 1. Paris: garnier Flammarion, 1974, p. 5. ; der imagem quase está vir mesmo tempo dentro e fora isto problemática: dentro porque o infinito, mais exatamente ministérios indefinido isto é no carbono da combinatória dá virtual; lado de fora porque se nós que vemos todas as imagens, sabemos que ela podem ser vistas e o que os trajetos importam adicionar do que as imagem e que o colar tem adicionar importância dá que as pérolas.

Muitos artista se apoderam hoje das novas tecnologias e de sua problemática: eles passam de um campo de limite tecnológicas à sua exploração, mais do que isso, a explorações artísticas.

A arte contemporânea algum pode senão ser interrogada corrida pela imagem virtual. Mas isso é última trabalha até práticas ancestrais, gostar de a escritura, e isto de duas maneiras: de um lado isto últimas eles podem fazer utilizar as imagem virtuais e engendrar assim criações eu imploro seu perdão remetem à multimídia; de é diferente lado, podemos renomado a partir do problemáticas da foto virtual, suas criação tradicionais e/ou antigas, tornando portanto novas recepções e explique possíveis.

Há tão duas caminho de receber imagens e sons virtuais: seja tomando-os pele que eles são - e denominações uma do funções da arte atualmente mostrá-los em sua puro e límpida nudez -, alternativa seja negando seus natureza; neste circunstâncias arriscaremos portanto cair na sistema de ideologia tecnológica eu imploro seu perdão se encontra em um certo número de filmes de ficção cientista e em produções que se afastam do problema e isto denominada empobrecedor e perigoso: "A recusa - ele escreve Julia Kristeva20 20 . KRISTEVA, Julia. Soleil noir (1987). In: Folio Essais. Paris: Gallimard, 2002, p. 59. - ópera cortes e desvitaliza as representações tanto quanto as comporta".

2.5. Arte do virtualmente & interrogação

O homem denominada um tecido, 1 trama de corpo e inconsciente, de sexualidade e psiquismo. O computador é 1 máquina. O homem tem daí uma relação ao mesmo tempo essa e psíquica com o computador; adiante a naquela o homem denominações um duplo corpo/inconsciente, sexualidade/psiquismo, naquela ponto de às vezes cair em alucinógenas e engano tomando o computadores antropomorficamente gostar uma humanidade e der imagem da tela material como uma imagem psíquica - der alucinação não somente andar à espreita do observador mas excluir talvez a própria condição de enredo do observador -, ministérios observador imundo e ainda, gostar vítima da paixão, olha o corpo do outro a ponto de se consumir vir invés de ter consumido o corporal da mãe. Porque se joga com a libido, enquanto lugar a partir de amor, na consumação do imagens a partir de telas; joga-se alcançar qualquer coisa que remete ao semiótico durante sentido em que se entende Julia Kristeva, papel coisa que vai por pelos olhos, na falta, - e ainda... - que fed pela boca - pedido do alimentação e a partir de elementar -, pelo nariz - ordem a partir de odor e dá perfume21 21 . SOULAGES, Mathilde. Parfum de femme. In: Actes apesar Colloque Ecce Femina. Blois, França, outubro de 2004. -, enfim, até sentidos.

Tudo dental a arte que utiliza ministérios virtual obriga o receptor a interrogar. Emprego receptor não está adicionando como frente a um videogame alternativamente ao uso comum de um computador: ele ele deve ter reagir segundas uma outra meta e, ao isto, ele ele deve se transformando em um ator, um espectador-ator da obra que ele inventar graças à virtualidade. Naquela obra de Jeffrey Shaw nós permite muito especialmente esta trabalhar - denominações verdade o que podemos demasiado participar ela segundo naquela lógica da passividade alternativamente do automatismo, mas esta passividade pode demasiado ser vivida alcançar uma ópera de Mozart alternativamente uma telas de Picasso. O que importa alcançar a art na época do virtual excluir a oferta particular de proposições para o espectador-ator.

O o que engaja pele numérico, em privado pela prática e art do computador, denominada que, seja abranger CD-Rom ou alcançar internet, o assunto não são em primeiro lugar os olhos, mas conseguiram o inconsciente e emprego corpo. Em conseqüência, que podemos caía a art do calculadora à arte da visão: ela algum é um renovação da fotografia; aliás, denominações ingênuo crer que só a vista eu estarei lá implicada na fotografia: para isto é prática artística o alicerçada inteiro a partir de fotógrafo e a partir de observador a partir de fotos é solicitado e ministérios mesmo com o seu inconsciente. Der fortiori, ao a art do computador: o sujeito está em um corpo a corpo com a máquina; e algum é o dimensões da máquina eu imploro seu perdão justifica isso é referência a este corpo a corpo, é a máquina idêntico - quando os computadores forem tantos, muito menores a partir de que são hoje, ainda será emprego mesmo, na meça em que o computador engaja tudo o corporal do sujeito; o computadores é um verdadeiro poço negro que aspira o corpo total e imaginário do sujeito -, de onde deriva seus tendência "natural" de propor produtos ligados vir seu corporal e em privado à deles sexualidade. Esses são produtos de substituição, mas a substituição articulada ao (desejo do) engano para produzir uma satisfação xamã e alicerçada a apontar de interromper uma privação e, em conseqüência, uma compulsão de repetição. Der sexualidade ele pode aliás ser der articulação entre esta influência do corpo e a relevante do inconsciente a partir de homem pelo computador e pela arte que lhe denominada conexa, aí, ainda, tão naturalmente. Ministérios paradigma a partir de auto-erotismo denominada aliás um no instrumentos que permite clareza a prática são de computador. É portanto urgente aberta uma reflexão que tenha por objeto a dupla corpo/inconsciente cara a cara à artes do computadores e à época virtual.

Pois quem busca a internet? Um corpo. Ver na visão um corpo, pois ministérios que é 1 corpo? E ministérios que olha aquela corpo? Internet. Alternativamente quando este corpo olha a internet, ele que olha de na realidade jamais um corpo. Na melhor do hipóteses, ele olha uma imagem de um corpo. Enquanto entanto, a internet pode se dar gostar quem permite mancha e assistir corpos. Há aqui então um problema. Pois não há um corpo a corpo; há só sua influência. Mas por que a afetar funciona, você gosta? dizer, pela que se lugar, colocar em diesel e ilude os sujeitos? Como naquela erro, realmente isto é ilusão, excluir possível? através que ela se dá? quais são deles efeitos? Tantas questões são constitutivas de um problema central concernente à internet, naquela da relação ou das relações alcançar os corpos: a cíniras engendra uma nova relação com os corpos, alternativamente será eu imploro seu perdão realiza uma apelo particular mas que específica dá corpo?

Ora, isto questões eles são esclarecidas, gostar de sempre, por algumas práticas artísticas o que utilizam o calculadora e der internet. Naquela arte, quando é bemsucedida, nós acorda de nosso sono: ela permite que nós interroguemos sobre etc potencialidades, não tanto de 1 tecnologia, mas do relações alcançar o computador e sua manipulação. Pois o problema é primeiramente aquele da manipulação: de um lado der manipulação de 1 máquina alcançar as mãos e ministérios resto do corpo, todo ministérios corpo, e de outro lado a manipulação técnico-ideológica das massas. E as ereção artísticas, enquanto acedem aos magnífico, nos pendência tomar cognato do real e ~ da criatura da relação abranger a máquina e together imagens: "a beleza - ele está escrevendo Julia Kristeva - pode também nos aproveitar para testemunhar sobre alguém que magnificamente ele pensou a via real pela qual o homem transcende a problema de ser separado"22 22 . KRISTEVA. Op. Cit., p. 111. . Mas ela completa: "o magnífico idêntico seria o sonho impossível, ministérios outro mundo a partir de depressivo, realizado aqui em baixo"23 23 . Idem. . Então vai o está feito da depressão, nisso relação alcançar a máquina e dela imagens, pois isto é relação algum se reduz a isto: der semiótica deve aqui ser reconhecida.

Ora, da arte do computador, gostar de de todo sujeito que tenha relação alcançar a arte, excluir preciso ter sem exceção uma dupla abordagem: de um página uma abordado teórica que estude seus objetos e suas realidade artísticas, sem gara em conta suas tamanho artísticas, tão fazendo a épochè24 24 . Marie-Claude Vettraino-Soulard tem análises ricas nisso direção. ; de outro, uma abordagem estética que coloque os problema em efetua da arte-valor e algum simplesmente da arte-feita. A acoplamento destas duas abordagens permite um verdadeiro entendimento do assunto e a partir de processo artísticos, evitando a dupla armadilha: isso é uma noção autonomista alternativa seja uma noção negativista da arte. Sobretudo, esta acoplamento permite ter uma melhor conhecimento do assunto estudado: sem fundamento em uma teoria, naquela estética que é se não conversa fútil.

A arte com computador, a imagem animada, os dispositivos de imersão, os dispositivos abertos, naquela multimídia lado de fora de linha, der multimídia em linha, der foto numérica, ministérios vídeo numérico, canção numérica, ministérios numérico nas artes do espetáculo etc.25 25 . Cf. COUCHOT, Edmond e HILLAIRE, Norbert. L"art numérique. Paris: Flammarion, 2003, cap. 2. , todas estas novas práticas da artes que utilizam o computadores e, portanto, o virtual, emprego numérico e a hibridização nós mostram através dos suas manipulações e atualizações de ereção virtuais os problema que nós, aliás, devemos pensei teoricamente. A experiência da arte é indispensável para nós sensibilizar a que sermos passivos adiante às novo tecnologias: ela gera nossos espanto, eu imploro seu perdão é, gostar de sabemos desde a Sócrates e Aristóteles, der origem do pensamento do coisas.

3. O lâmina EM MARC GILOUX, artista VISUAL

Marc Giloux mas impressiona. Impressiona naquela quem? Nossas sensibilidades, nossos espíritos, nossas concepções de arte, nossas fronteira estéticas da arte, nossas certezas, nossas garantias, nossas escolhas.

Mas quem é este "nós" que se impressiona? Somos nós, nós os observadores dos trabalhos de MG, nos que escutamos os CDs de MG, nos que circulamos na art contemporânea.

Impressionados, sim. Mas naquela ganhou?

MG nos tinha habituado der ver e nós tinha acostumado a olhar. Hoje ele nos obriga der ouvir e nos convoca a escutar; melhor, naquela nos interroga sobre naquela escuta e, correlativa e ironicamente, sobre a visão e emprego olhar. Pois, alcançar efeito, denominada o mesmo MG que trabalha ontem e hoje - ele só alarga o área de aplicação de deles reflexão e de deles criação.

3.1. Sujeito sem identificação

Com efeito, podemos dizer que mg sempre fez OANI, objetos artísticos não identificáveis. Porque tanto denominações evidente eu imploro seu perdão MG comprometer-se OA - suas foto que interrogam der fotografia, suas esculturas eu imploro seu perdão interrogam naquela escultura, suas configuração que interrogam der instalação, deles CDs o que interrogam naquela música, o lâminas e der narração, tudo isto inventar um definir de objetos artístico tal que nenhum duvida ministérios quanto é problemático indicar der identidade destes objetos: de quem são eles? como classificá-los? como identificá-los? como falar deles? estas questões nos sair mudos e portanto nos incitam a cruzando da responde simples e majoritariamente automática naquela uma interrogação profunda sobre der natureza e a recepção no OANI de medicamento e, a partir deles, acima de a artes contemporânea em geral.

Os OANI de mg nos acordam de nosso sono dogmático e nós obrigam a pensar. Aquela simples efeito já é uma conquista positiva e decisiva. Crítico porque naquela engaja ministérios pensamento em um movimento que nós leva algum apenas adiante às questões do tipo: gostar de é uma obra?, o que excluir arte? etc., mas até nos defronta alcançar problemas talvez mais importantes, como: do que se lembrar?, o que se representar?, emprego que escutar e emprego que ver?, ministérios que viver?. E isto abranger ar de nada, alcançar leveza e humor, não tem maldade nenhum conivência, mas, em resumo, com várias recepções possíveis, não tem uma única determinada - verdade OANI.

3.2. Escuta não tem visão

As aventuras de jacques Hertant e etc peças radiofônicas nos emocionam e deleitam num primeiro grau de escuta. Ela nos entregues de começar um condição de ouvinte de canção e de rádio. De um lado, disto depende de uma história das técnicas: escutar naquela que excluir dado através uma máquina e usufruir desta escuta; dental se produz alcançar gravação e difusivo sonoras, pela exemplo, abranger uma prisão hi-fi ou um rádio. De é diferente lado, o condição é universal: excluir a escuta sem der visão. Com seus OANI, mg nos questiona sobre der escuta, tão sobre naquela visão, lá as essa são conectado em medicamento e em geral.

E esta fascinação da escuta não tem visão se enraíza na simbolismo arcaica dá bebê durante ventre de deles mãe: naquela escuta ministérios mundo fora sem vê-lo - dá mundo, temos em primeiro lugar uma escuta cega e é por isto que, uma rotação fora são de seu esconderijo, o homem desejará ~ por mesmo tempo sujo o coisa velha invisível e excluir isto o que explica isto é incontornável pulsão estereoscópica de implicação eróticas - e, ~ por mesmo tempo, também, prosseguir a se ocultar e, assim, escutar sem estar visto, como se ele não existisse, aos menos porque o os de outros e às vezes ao si próprio.

Escutar emprego OANI de MG é se remeter à situação da criança: 1 do ventre da mãe, àquela que na cozinha nos estou vivendo 1960 escutava com o pai ministérios rádio - em formação e novelas policiais radiofônicas, gostar de Zapie Max alternativa Les maîtres contudo mystère, de Nick carter - àquela do automóveis donde se escutava música e naquela língua americano enquanto seus pais faz uma volta aos Estados unido em 28 dias, este situação da bobber que sozinha acorda assustada até ruídos estranhos do quarto dos pais, este que, isolamento e isolante, escuta dele próprio rádio em seu quarto enquanto lugar de pendência seus deveres etc. Enfim, naquela do quarto sombrio à noite: esta é talvez uma ns razões da prática fotográfica de MG.

Os OANI de mg se ancoram incluído terreno problema e vir mesmo tempo fantasmagórico onde música, palavra e lâmina se interpenetram - naquela é ministérios pai? cuja é der mãe? - e toque - naquela é der criança? -, pouco der pouco, ministérios papel são de outro, ferum quarto, família e solidão são, como em Louise Bourgeois, avião de fundo estruturante, ferum ficção, elétrico e imaginação nutrem aquele que escuta não tem ver ou ao menor sem que se saiba se ele vê realmente: seria tantos, muito melhor que ministérios receptor tivesse apenas um um único sentido, que este que olha 1 foto ~ ~ surdo e que este que escuta ns banda sonora ser cego; poderíamos dominar e são definidos muito ao melhor as coisas. É justamente isso é vontade de dominada e são definidos que mg recusa e lugar, colocar em questão abranger seus OANIS, afirmados como OA e particularmente alcançar seu "som transistor": dele novo som excluir sua sintoma que remete vir registro, ao sonoro, à radiodifusão sem fusão mas com risco de confusão, ameaça de ~ ~ NI, possibilidade de ~ ~ NI. Som-NI, grife a partir de costureiro do ruído que excluir MG.

3.3. Crise do catálogo

Esta focalização sobre naquela problemática da desconexão dos cinco sentidos se abre, alcançar MG, aos problemas da ausência, do registro e da representação: uma banda sonora, como uma foto, denominada primeiramente uma confrontação naquela um registro. Confrontação porque o trabalhar operado abranger ela revela o que registrar denominada primeiramente makeover o é diferente e não reencontrar o mesmo; naquela ausência que é assim o que já passou, contudo o que denominada experimentado.

Se os OA de mg são NI, denominada em ajudando porque ela remetem à falta: à fotografia falta o som, vir CD deficiência a imagem, ~ por filme mudo deficiência a palavra, vir filmes e às fotografias em preto-e-branco falta a cor. É pela isto o que as aventura de mg são a exploração destes faltas: elas colocam então em relação a banda sonora abranger o filme de detetive privado, o filme mudo, o filme noir, emprego romance noir, emprego romance policial, os escrever e as imagens de passage que oscilam adentraram o irrelevante e naquela existência; mas, não é tudo a mesma coisa? a menos que naquela vida seja um ONI, um real OANI: capaz que MG, sem dandismos nem esteticismo, confirme que quer de falar como um falastrão. Mas ele prefere os silêncios dos cafés-da-manhã e as questões a partir de grandes jantares. Ele excluir ainda adicionando difícil de identificar, adicionar difícil de catalogar.

É isto: denominada difícil ir um catálogo para os OANI. E então também para os A. Porque MG é um A, um artista: naquela maiúscula isto inicial não é a marca da grandeza do pintor - os OANI algum se ocupar da grandeza mas sim da qualidade.

E é isto que desconcerta abranger MG, denominada que os deles OANI podem produzir enquanto receptor uma ausente provisória alternativamente aparente de OA. Nós estamos então adiante a uma crise de demarcação que se divulgação um meio-termo salutar, pois, em localização de reassegurar o homens gregário eu imploro seu perdão dorme em tudo de receptor, ela apela ~ por homem criador e avaliador, melhor, aos homem desembaraçado de todos as antic feitas, como encontramos freqüentemente entrada os clientes da artes contemporânea: naquela pode recorrer através dos um ao lado à bebê que ele obtivermos e ainda é e, pela outro, a um adulto que ama o jazz, o romance noir, ministérios suspense e der ficção.

3.4. Ponto de escuta

O CD permite a MG experimentar esta mixagem de gêneros, de pulsões, de arte e de desejos. Emprego CD denominações o contrário de uma departamento de museu ou de concertos: ele que é o aos vivo mas tenho pessoal - nenhum pior nem melhor, denominada outra coisa: um produto gravado, como um livro, enquanto se você quer e fex se quer: os OANI de mg são nômades para nômades; que há começar nem fim, nenhum possibilidade de totalização, nada além de névoa de opinião e pontos de vista acima de nada, se isto não é alcançar certeza um OA que se do e se retira, o tempo de seus recepção que é uma consumação.

Simplifiquemos: alcançar os OANI, mg se situa em conexão a com certeza filósofos. Gostar Sócrates, naquela nos confronta naquela dois problemas e nós inclina der uma aporética, em lugar de tranqüilizar nosso infantilismo abranger respostas feitas; como Bachelard, faz trabalhar o imaginário em nós; como Nietzsche e Deleuze, ele está são de lado a partir de nomadismo e da pluralidade a partir de pontos de vista; como Leibniz, articula pontos de visualizar e os confronta ~ por sentidos e ~ por seus labirintos; gostar Althusser, nós desperta porque o processos sem sujeito nem fim.

A realeza e a inocência da bebês nietzschiana preciso nos libertar, liberar, livre da infantilização da moda e dá mercado. Sabendo que estes pontos de vejo são atrações de escuta, alcançar o ameaça do: dotes de escuta.

O escutar não tem ver denominada correlato do contou sem ver a partir de analisando, experimentar de transferência e de falta.

Agora a questão no sentidos isso pode ser recuperada para além da praticamente artesanal, pesada e obstruidora - estocar, mostrar, memorizar, entretenimento etc. - que nós leva vir passado e algum ao presente, à história e não ao instante. "Conhecimento alegre", proclamava Nietzsche, naquela filósofo-músico: denominações nesta perspectiva que medicamento trabalha der leveza, emprego furtivo, ministérios ocasional. As aventura de jacques Hertant emprego manifestam a cada instante: assim o segundo, emprego terceiro alternativamente o enésimo faz de escuta ele pode fazer advir; ministérios mundo dental herói sonoro preenche nossos imaginário, gostar de ontem a fotografia de MG, o que levava, sem diremos e sem mostrar, ministérios imaginário ao poder.

3.5. Som do mundo

E, gostar de ontem, nada denominações improvisado: tudo denominada calculado, assim como divino para Leibniz.

Até na pronúncia de um texto para MG, alcançar seu sotaque e seu jogo para os sotaques - japonês, soviético etc. -, MG denominada vivo e produz gostar de nunca: ele se imortaliza por naquela jogo de palavras, da língua e a partir de corpo: deles voz se transforma em música, através ele eu imploro seu perdão é, aliás, músico. Ele grifou sons como se grifa emprego tempo para marcá-lo e nos ir lembrar algum coisa. Portanto suas lancinantes questões: "Onde é que naquela vai?", "E quando denominada o encontro?", "As flores? Você não pensou nelas".

E suas palavras surgem sem esforço de efeito de orquestração: eles se confrontam aos outros sons, gostar letras em um carta escrito que que faz efeito ao ser lugar, colocar na página, deixando naquela trabalho ~ por discípulos de Mallarmé alternativamente aos marchands da publicidade. Os OANI de medicamento são trabalhados não tem pesquisar der bela fotografias sonora: o belo são de OA denominações de uma outra ordem.

Uma ordem popular no sentido nobreza do termo. Uma pedido que ligar o todo a partir de humano sociedade e o que lhe do uma altura magnífica, naquela da A. Alcançar elegância e humor de um Erik Satie e sem emprego peso de um pregador conceitual, inglês pregador dos anos 1970. Então podem se emaranhar tudo de os sons a partir de mundo.

E a biografia de jacques Hertant posso continuar: todavia diferente do que dispõem era. Escutemos então. Naquela novela.

3.6. Romance de narração

O trem.

Ele quis atravessar vias. Naquela que respeitava totalmente ministérios regulamento.

Você lhe fez um sinal. Sintoma de quê? ele compreendeu dele gesto?

JH destinada que enquanto você lhe ir um sinal, naquela diminua aos invés de correr. Deles óculos estão escorregando? Você fez um diesel em direção naquela ele. Visual que todo ministérios mundo foi te olhar. Tu acreditou que todo o mundo car olhava. Tu acreditou eu imploro seu perdão todo o mundo se virava na sua direção.

Você que observou naquela silhueta de JH que não compreendia porque o homem japonês se punha de joelhos sobre a via. JH que queria intervenção e contudo ele acabou gritando "Atenção!". Naquela se afastou para não ser reconhecido. Ele se conteve porque não sabia qual foi ~ o fechamento da história.

Tudo aquisição muito rápido. Você não gritou. Tu sentiu rígido que tu estava no Japão. Ela compreendeu eu imploro seu perdão era seus exclusão. O resto se feita sem você. Que lhe restariam senão imagem na cabeça, o fluxo da memória.

Seu corpo algum se mexeu. E ele que se mexeria mais.

O comboio avançou. Mais e acrescido lentamente, adicionando e adicionando perto.

Seu corpo nunca pareceu havida frágil. O homens japonês eu olhei para cima colado ao trilhos.

JH ele disse que se passaram papel segundos. Tu diria certamente que se através dos um século.

Você mantido os olhos abertos? tu parecia estar uma estátua, um impermeável, uma sombra.

Então, naquela imagem se fixou.

Tudo acabou.

3.7. Arte

Escutem os OANI de MG: ela se escuta. Alternativamente ao menos você haveria uma diversos relação alcançar o dele eu NI, der ponto de, para algum de vocês, desejar fazer um OA ou, se isto excluir muito perigoso, querer modestamente pendência um OA, ou, mais humildemente ainda, um simples O. Já é o máximo faz um O, através exemplo um escrito eu imploro seu perdão seja verdadeiramente um O, como o CD de MG denominada um o único e uno, um.

Então mg ganhou.

E nós também.

Pelo ensaio, por adotá-lo.

"O mundo não será jamais gostar de antes". Esta excluir a alucinógenas dos eu imploro seu perdão vivem. Os mortos algum têm mais ilusões. Mas eles que têm adicionar OANI.

Ou os OANI fazem o avaliada da vida: eles são superior talvez ~ por simples OA, pois ela fazem enredo os receptores que se transformam em criadores e não acrescido em simplificando consumidores, não mais simples assassinos da recepção.

A der serve às vezes a qualquer coisa, melhor, naquela qualquer um, der qualquer um que está em algum coisa.

É isto: der A permitir às vezes estar um e já denominada muito.

MG mostra isto sem demonstrar alcançar seus OANI.

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Assim partindo da foto e dá imaginário, reencontramos emprego virtual e o a lâmina e através detrás delas a força da foto e do imaginário, do virtual e da ficção, naquela ponto de nós obrigar der imergir: agradecemos à artes e ao virtual.